A terceira idade e a importância da ingesta de água

 In idosos

Nosso corpo é, em média, 60% constituído de água, variando este percentual de acordo com a idade.

Há mais de 30 anos que publica-se artigos sobre a falta de sede e o impacto desta na comunidade dos idosos, em todas as regiões do mundo. De uma forma geral, busca-se entender a causa deste evento, e as possíveis medidas para que se evite suas ( catastróficas ) consequências. Um estudo publicado em 2009 na revista The Journals of Gerontology, por exemplo, enfatiza que o consumo de água através de bebida é significativamente menor nas faixas dos idosos e dos mais idosos, do que da população jovem. Independente da causa deste fenômeno, seja por uma deficiência na interpretação dos sinais indicativos de sede ( por uma degeneração dos sistema nervoso autônomo ), seja por ausência destes sinais, fato é que os idosos sentem menos sede. E por este fato, limitam a sua ingesta hídrica diária, o que resulta em incontáveis efeitos deletérios para seu organismo, tais como : comprometimento do sistema muscular ( com fraqueza, por exemplo ), neurológico ( com alterações cognitivas, dificuldade de concentração, dor de cabeça e alterações pressóricas causadas pela mudança de postura ), além de irritabilidade e alterações consideradas cosméticas, como alterações de pele. Além disso, sistemas como gastrintestinal e urinário são afetados, causando constipação e alterações nos eletrólitos, além da alteração função renal em nosso organismo.

Por isso, à medida em que envelhecemos, é essencial que busquemos nos hidratar, independentemente de ter sede ou não, buscando aquele alvo diário de 8 copos de água por exemplo ( totalizando cerca de 2 litros ). E, da mesma forma, é essencial que nós, preocupados com a saúde dos idosos que nos cercam, procuremos estimular a ingesta de água pelos mesmos, buscando sempre, dessa forma, correr atrás da melhor saúde possível, que possa ser alcançada pelos nossos próprios hábitos.”

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